
Seja Bem Vindo!!!
Paz seja Convosco!!!
Depois de quase quatro anos sem nenhuma postagem (Precisamente 3 anos 9 meses e 18 dias), volto a ativa e Louvo a Deus por isso. Foi um período de tribulações, perdas materiais e muito planger. Porém, foi também um período de bençãos, quando ganhei mais três netos (um menino e duas meninas). É no deserto que podemos ter certeza que Deus jamais nos abandona (se fosse o contrário pereceríamos).
Depois de quase quatro anos sem nenhuma postagem (Precisamente 3 anos 9 meses e 18 dias), volto a ativa e Louvo a Deus por isso. Foi um período de tribulações, perdas materiais e muito planger. Porém, foi também um período de bençãos, quando ganhei mais três netos (um menino e duas meninas). É no deserto que podemos ter certeza que Deus jamais nos abandona (se fosse o contrário pereceríamos).
Um grande abraço!!!
Pastor Gilberto Pratas
O único caminho
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
100%Compromisso, 100%Resultado

Neste estudo queremos levar ao nosso leitor que para sermos plenamente fiéis a Deus precisamos ser 100%. Aquele que atinge 99% não é inteiramente fiel. Há certas coisas que não existem em meio termo ou somos 100% ou então não somos. Por exemplo: uma mulher não pode ficar 99% grávida (ou ela está 100% grávida ou não está grávida); Ninguém é 99% honesto, pois este 1% o torna desonesto. Ninguém será salvo 99%, pois ou será 100% salvo ou estará condenado. São os pequenos pecados (se é que existe pecado pequeno) que nos leva a perdição. Baixe este estudo.
sábado, 31 de outubro de 2009
Reflita: Imitar as Formigas
Uma jovem e presunçosa cigarra tinha por hábito cantar ao pé de um formigueiro, levando as laboriosas formigas ao desespero. Quando já exausta, o seu divertimento era olhar com descaso o trabalho no abastecimento das tulhas.Porém, o bom tempo passou e chegou o inverno. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, decidiu pedir ajuda a alguém. Assim, lá foi ela para o formigueiro. À porta bateu e ficou esperando atendimento. Depois de algum tempo surgiu uma formiga friorenta, com seu xalezinho de paina.
- O que deseja? - indagou, examinando de alto a baixo a triste mendiga suja, trêmula e que mal continha uma tosse rouca e teimosa.
- Venho em busca de abrigo. O mau tempo não cessa e eu...
Antes que ela acabasse de inventar uma desculpa, a formiga atalhou:
Antes que ela acabasse de inventar uma desculpa, a formiga atalhou:
- Mas o que fez durante o verão? Não achou tempo nem para fazer sua casa?
A pobre cigarra, tremendo e meio engasgada, tentou responder:
- Eu cantava. Bem sabe que sou uma profissional...
- Ah! - exclamou a formiga, recordando-se. - Era você quem cantava a plenos pulmões enquanto labutávamos para encher nossas tulhas, não é?
- Isso mesmo, era eu... Não as incomodava com as minhas melodias, acredito.
Sem estender mais os comentários, a formiga falou: - Pois entre, amiga. De fato, jamais nos esqueceremos dos bons momentos proporcionados pela sua afinada cantoria... A suavidade da sua música aliviava o nosso trabalho duro. Dizíamos sempre entre nós: "Que felicidade ter como vizinha, tão gentil cantora..." Portanto, amiga, entre. E a cigarra, sentindo-se lisonjeada, entrou e ali permaneceu enquanto durou o inverno, recebendo cama, comida e toda a atenção.
Aquela colônia de formigas tinha sobejas razões para não desejar hospedar a importuna vizinha, porém, optaram por recebê-la, a fim de lhe dar uma bonita lição de perdão e humanidade. Se todos recusassem socorrê-la, certamente ela morreria naqueles dias de duro inverno e não poderia voltar a ser a alegre cantora dos dias ensolarados...
Será que nós, humanos, faríamos o mesmo para o nosso semelhante?
Fonte: www.sfnet.com.br/~walter.pacheco
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